Esta notícia é apenas a fixação numérica do regabofe.
Como na velha rábula da Olívia Patroa e da Olívia Costureira, de manhã sindicalistas, à tarde deputados ou titulares de cargos políticos.
Não é preciso ser movido por nenhuma sanha persecutória para defender que isto é incompatível, vergonhoso e explica muita coisa.
Somos um país de medíocres, ainda por cima de medíocres petulantes.
Se alguém ingénuo ou tótó abre a boquinha para questionar esta gentinha cheia de si mesma, é logo metido numa caixa hermeticamente fechada e lançado ao mar, no seguimento de um desses almoços, em que se combina, com ar sério e grave, o destino da Nação.
Volta Yeltsin, que estás perdoado.
7/25/2008
7/23/2008
CHUMBO - ADITAMENTO
O chefe dos senhores reitores veio justificar-se, dizendo que não tinham sido cometidos crimes e que também noutros organismos da Administração Pública existiam bons e maus.
Um discurso ao nível do melhor dirigismo desportivo.
Muito pedagógico, aliás.
Um discurso ao nível do melhor dirigismo desportivo.
Muito pedagógico, aliás.
BUROCRATAS E GUARDIÕES DO TEMPLO
Estou-me a cagar para o acordo ortográfico.
Eu e 250 milhões de pessoas.
Existem depois meia dúzia de génios que histéricas, gritam umas com as outras. Com tanto histerismo não perceberam que ainda estão dentro das garrafas. Nossa senhora nos livre de alguém, bem intencionado mas incauto, abrir uma rolha que seja.
Parto-lhe logo os cornos, para falar em bom português.
Eu e 250 milhões de pessoas.
Existem depois meia dúzia de génios que histéricas, gritam umas com as outras. Com tanto histerismo não perceberam que ainda estão dentro das garrafas. Nossa senhora nos livre de alguém, bem intencionado mas incauto, abrir uma rolha que seja.
Parto-lhe logo os cornos, para falar em bom português.
CHUMBO
Quando os senhores reitores e respectivo séquito vieram a público reclamar dos alegados cortes orçamentais, muito boa gente apoiou o protesto. Uns por mera guerrilha política, outros porque objectivamente vivem à conta. Esta notícia é o retrato fiel do desperdício, da irresponsabilidade e da incompetência.
No caso das corporações, que ao longo dos anos têm alimentado o status quo vivendo e prosperando à conta, inverte-se o ónus da prova.
TODOS SÃO RESPONSÁVEIS ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO.
No caso das corporações, que ao longo dos anos têm alimentado o status quo vivendo e prosperando à conta, inverte-se o ónus da prova.
TODOS SÃO RESPONSÁVEIS ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO.
7/16/2008
À DERIVA
Esperava, ou melhor, gostava sinceramente que o PS tivesse à sua direita(?) uma oposição minimamente credível. Não espero do PCP ou do BE qualquer contributo. Para além da questão estrutural destes partidos, acresce que o seu objectivo imediato passa apenas e só pela contagem de espingardas, pela disputa taco a taco pelo "povo de esquerda", leia-se à esquerda do PS, composto por um trágico cocktail de preconceito, ingenuidade, autismo e ignorância.
O conclave social-democrata, posto perante o perigo de dissolução do partido, agiu como sempre: de forma timorata e ciente da impossibilidade de resolução a curto prazo da maior parte dos problemas, deliberou, de forma cobarde e irresponsável, nomear Manuela Ferreira Leite, como o rosto do novo PSD. Manuela Ferreira Leite, a política, que não a pessoa entenda-se, é alguém que formou a maioria das suas opiniões, a sua mundividência, com base num país que já não existe, o país do restaurador olex, do respeitinho e de meia dúzia de manuais escolares com cheiro a bafio. Não conseguiu, como aliás muita gente não consegue, perceber o mundo hoje. Não consegue perceber que a Lisboa das senhoras de cabelo armado, de senhores compostos e de cafés chiques, ufana da sua modernidade de Duarte Pacheco, com polícias sinaleiros, já terminou. A procriação é apenas um sintoma.
Se o mau resultado se adivinhava, a sua dimensão trágica está a ultrapassar todos os limites.
Paulo Rangel entrou no ringue, acarinhado por todos, aqueceu frenético, acelerou em ponto morto e antes de sequer atingir o oponente, embrulhou-se nos próprios pés e caiu redondo. Ontem tentava justificar-se, ainda visivelmente combalido, na SIC Notícias.
Manuel Ferreira Leite continua com a mesma coerência de sempre: voltou a dar um belo exemplo sobre o que pensa da vida e da sociedade. Manuela julga que está a dar aulas a um conjunto de miúdos cábulas e ignorantes e neste contexto limita-se a abordar com leveza, um conjunto de ideias que quer que a pequenada aprenda. Ainda não percebeu que as suas ideias estão desfocadas da realidade, essa coisa cruel que está em permanente mudança. Tudo se resume a um sumário fastidioso e entediante. Aquilo que alguns qualificam de parco é apenas e só estéril.
Prova inequívoca disso mesmo é a crónica de hoje de Vasco Graça Moura, no Diário de Notícias, que tenta transformar o nada de Manuela em algo com a mínima relevância. Nem mesmo Vasco é provido da graça para tal.
Estão todos à deriva.
Cada um com o seu insuflável devidamente preparado para o salvamento, quando o barco se afundar.
O conclave social-democrata, posto perante o perigo de dissolução do partido, agiu como sempre: de forma timorata e ciente da impossibilidade de resolução a curto prazo da maior parte dos problemas, deliberou, de forma cobarde e irresponsável, nomear Manuela Ferreira Leite, como o rosto do novo PSD. Manuela Ferreira Leite, a política, que não a pessoa entenda-se, é alguém que formou a maioria das suas opiniões, a sua mundividência, com base num país que já não existe, o país do restaurador olex, do respeitinho e de meia dúzia de manuais escolares com cheiro a bafio. Não conseguiu, como aliás muita gente não consegue, perceber o mundo hoje. Não consegue perceber que a Lisboa das senhoras de cabelo armado, de senhores compostos e de cafés chiques, ufana da sua modernidade de Duarte Pacheco, com polícias sinaleiros, já terminou. A procriação é apenas um sintoma.
Se o mau resultado se adivinhava, a sua dimensão trágica está a ultrapassar todos os limites.
Paulo Rangel entrou no ringue, acarinhado por todos, aqueceu frenético, acelerou em ponto morto e antes de sequer atingir o oponente, embrulhou-se nos próprios pés e caiu redondo. Ontem tentava justificar-se, ainda visivelmente combalido, na SIC Notícias.
Manuel Ferreira Leite continua com a mesma coerência de sempre: voltou a dar um belo exemplo sobre o que pensa da vida e da sociedade. Manuela julga que está a dar aulas a um conjunto de miúdos cábulas e ignorantes e neste contexto limita-se a abordar com leveza, um conjunto de ideias que quer que a pequenada aprenda. Ainda não percebeu que as suas ideias estão desfocadas da realidade, essa coisa cruel que está em permanente mudança. Tudo se resume a um sumário fastidioso e entediante. Aquilo que alguns qualificam de parco é apenas e só estéril.
Prova inequívoca disso mesmo é a crónica de hoje de Vasco Graça Moura, no Diário de Notícias, que tenta transformar o nada de Manuela em algo com a mínima relevância. Nem mesmo Vasco é provido da graça para tal.
Estão todos à deriva.
Cada um com o seu insuflável devidamente preparado para o salvamento, quando o barco se afundar.
7/03/2008
MARCELOSE
Em trânsito pelo Aeroporto de Barajas ouvi boatos que davam como certo o lúcido e prestimoso deputado Bernardino Soares a liderar as FARC.
Não acredito.
O Dr. Bernardino tem ideias peculiares, mas não é estúpido.
Não acredito.
O Dr. Bernardino tem ideias peculiares, mas não é estúpido.
A CATACUMBA
Vamos por partes. Nunca reconheci à senhora especiais competências, rigor ou credibilidade que a destacassem. Apenas um ar seco de memorizadora de teorias bolorentas.
Estou cada vez mais convencido que a liderança do PSD é como todas, a prazo. No caso com prazo certo. Mais uma vez a intelligentsia do PSD revelou-se cobarde e considerou que apesar das dificuldades de Sócrates, não valia a pena arriscar e queimar o futuro líder. Diz tudo (ou quase tudo) sobre o empenho e a vontade de arriscar dos dirigentes do PSD.
Neste momento o partido é dirigido por um colégio. Na primeira oportunidade cometeram o pecado que momentos antes tinham criticado: o soundbyte em tempo real, o comentário gratuito e vazio. Assim que Ferreira Leite criticou as "obras públicas" os habituais artistas de stand up comedy do PSD apressaram-se a concretizar, cada um fazendo das suas ideias e opiniões teses oficiais do partido: as barragens, o tgv, a estrada entre a Carrapatosa de Baixo e a Piolheira de Cima.
Resultado: Manuela foi para a televisão repetir, com aquele ar enfadado de professora farta da ignorância dos alunos, lugares-comuns e viu-se obrigada a desmentir o seu staff (mesmo os seus putativos membros).
Toda esta mediocridade se tornou no entanto irrelevante porque na única pergunta que saiu fora da cartilha das finanças, Manuela revelou-se.
O grave não foi a resposta. Cada um defende e deve defender livremente aquilo em que acredita. Se a senhora é contra o casamento homossexual está no seu direito e sinceramente não me choca.
O que me espantou e deixou assustado foi o fundamento da resposta. O mesmo fundamento bolorento, caduco e anacrónico de há mais de 40 anos. O mesmo lugar-comum: o casamento foi pensado para a procriação. Pura e simplesmente a demonstração que o pensamento de Ferreira Leite é um gigantesco lugar-comum, árido e estéril.
Valha-nos Deus
Estou cada vez mais convencido que a liderança do PSD é como todas, a prazo. No caso com prazo certo. Mais uma vez a intelligentsia do PSD revelou-se cobarde e considerou que apesar das dificuldades de Sócrates, não valia a pena arriscar e queimar o futuro líder. Diz tudo (ou quase tudo) sobre o empenho e a vontade de arriscar dos dirigentes do PSD.
Neste momento o partido é dirigido por um colégio. Na primeira oportunidade cometeram o pecado que momentos antes tinham criticado: o soundbyte em tempo real, o comentário gratuito e vazio. Assim que Ferreira Leite criticou as "obras públicas" os habituais artistas de stand up comedy do PSD apressaram-se a concretizar, cada um fazendo das suas ideias e opiniões teses oficiais do partido: as barragens, o tgv, a estrada entre a Carrapatosa de Baixo e a Piolheira de Cima.
Resultado: Manuela foi para a televisão repetir, com aquele ar enfadado de professora farta da ignorância dos alunos, lugares-comuns e viu-se obrigada a desmentir o seu staff (mesmo os seus putativos membros).
Toda esta mediocridade se tornou no entanto irrelevante porque na única pergunta que saiu fora da cartilha das finanças, Manuela revelou-se.
O grave não foi a resposta. Cada um defende e deve defender livremente aquilo em que acredita. Se a senhora é contra o casamento homossexual está no seu direito e sinceramente não me choca.
O que me espantou e deixou assustado foi o fundamento da resposta. O mesmo fundamento bolorento, caduco e anacrónico de há mais de 40 anos. O mesmo lugar-comum: o casamento foi pensado para a procriação. Pura e simplesmente a demonstração que o pensamento de Ferreira Leite é um gigantesco lugar-comum, árido e estéril.
Valha-nos Deus
6/26/2008
BICO-DE-OBRA
Sejamos honestos: não se afigura nada fácil a vida da Dr.ª Ferreira Leite no que diz respeito ao capítulo"sou diferente do eng.º Sócrates". Quer dizer, algumas diferenças são notórias, mas irrelevantes.
Acresce que tenho sérias dúvidas sobre a capacidade do thinking tank que rodeia a Dr.ª Ferreira Leite para a interpretar a realidade com o mínimo de bom senso. Muitos deles são co-responsáveis por essa época gloriosa da social-democracia conhecida por barrosismo.
O resultado está à vista. O anúncio da reponderação sobre as obras públicas não só tresanda a demagogia como permitiu que tudo quando é cacique local ou putativo opinion maker viesse a público dar a sua opinião.
A ópera bufa continua.
Acresce que tenho sérias dúvidas sobre a capacidade do thinking tank que rodeia a Dr.ª Ferreira Leite para a interpretar a realidade com o mínimo de bom senso. Muitos deles são co-responsáveis por essa época gloriosa da social-democracia conhecida por barrosismo.
O resultado está à vista. O anúncio da reponderação sobre as obras públicas não só tresanda a demagogia como permitiu que tudo quando é cacique local ou putativo opinion maker viesse a público dar a sua opinião.
A ópera bufa continua.
6/23/2008
MANUELA FERREIRA MENDES PLUS
Não tendo nenhuma angústia existencial profunda, segui de longe o Congresso do PSD.
Tirando esta ressalva, parece-me claro que o dito congresso se limitou a acrescentar mais um traço num já claro desenho.
Vamos por partes.
Luís Marques Mendes foi indigitado para cumprir um papel ingrato. Garantir a sobrevivência do PSD como partido do arco de governação, perante um Sócrates pujante. Digamos que se ninguém o empurrou, também não lhe deram a mão, pelo que acabou por sair, farto das caneladas, tendo sido substituído pelo caneleiro-mor.
Grande parte da inteligentzia do Partido ficou à beira do pânico, perante os sucessivos disparates e o perigo objectivo de o PSD se dissolver.
Reunidas as tropas, a estratégia ficou clara: apesar de Sócrates estar consideravelmente desgastado, ninguém no PSD quis e quer verdadeiramente enfrentá-lo. Porque o PSD é, neste momento, como Mogadíscio: nunca ninguém sabe o que é que pode estar atrás de cada porta ou ao virar de cada esquina. O Partido fragmentou-se, é hoje uma amálgama de capelinhas e de pequenos poderes locais ou sectoriais. Também não deixa de ser verdade que o número de pessoas que podem enfrentar Sócrates é mínimo e que o mais capaz, tendo muitas qualidades políticas, não gosta de perder e ninguém no PSD tem a convicção de que é possível derrotar Sócrates.
Resumindo: era necessário encontrar alguém que dificilmente ganhando a Sócrates, garantisse um resultado "honroso" e mantivesse o partido à tona. Só aí, com Sócrates desgastado, surgirá o verdadeiro líder.
Manuela Ferreira Leite pode desempenhar para alguns, esse papel. Até lá, Rui Rio vai manter-se na sua toca autárquica, de onde sairá de vez enquanto para dizer presente, até ao dia em que vencer Sócrates seja plausível.
A estratégia é inteligente, mas pode vir a revelar-se estúpida.
Manuela Ferreira Leite não é a líder do PSD. É como Marques Mendes, a gestora corrente, até que melhores dias cheguem.
A estratégia de Rio e dos seus pares é repito, inteligente. Mas revela falta de coragem política, o que é mau sinal para um candidato a Primeiro-Ministro.
Correndo ainda o perigo de ver Ferreira Leite chegar a Primeira-Ministra, o que seria irónico, no meio de tanta intriga palaciana.
Tirando esta ressalva, parece-me claro que o dito congresso se limitou a acrescentar mais um traço num já claro desenho.
Vamos por partes.
Luís Marques Mendes foi indigitado para cumprir um papel ingrato. Garantir a sobrevivência do PSD como partido do arco de governação, perante um Sócrates pujante. Digamos que se ninguém o empurrou, também não lhe deram a mão, pelo que acabou por sair, farto das caneladas, tendo sido substituído pelo caneleiro-mor.
Grande parte da inteligentzia do Partido ficou à beira do pânico, perante os sucessivos disparates e o perigo objectivo de o PSD se dissolver.
Reunidas as tropas, a estratégia ficou clara: apesar de Sócrates estar consideravelmente desgastado, ninguém no PSD quis e quer verdadeiramente enfrentá-lo. Porque o PSD é, neste momento, como Mogadíscio: nunca ninguém sabe o que é que pode estar atrás de cada porta ou ao virar de cada esquina. O Partido fragmentou-se, é hoje uma amálgama de capelinhas e de pequenos poderes locais ou sectoriais. Também não deixa de ser verdade que o número de pessoas que podem enfrentar Sócrates é mínimo e que o mais capaz, tendo muitas qualidades políticas, não gosta de perder e ninguém no PSD tem a convicção de que é possível derrotar Sócrates.
Resumindo: era necessário encontrar alguém que dificilmente ganhando a Sócrates, garantisse um resultado "honroso" e mantivesse o partido à tona. Só aí, com Sócrates desgastado, surgirá o verdadeiro líder.
Manuela Ferreira Leite pode desempenhar para alguns, esse papel. Até lá, Rui Rio vai manter-se na sua toca autárquica, de onde sairá de vez enquanto para dizer presente, até ao dia em que vencer Sócrates seja plausível.
A estratégia é inteligente, mas pode vir a revelar-se estúpida.
Manuela Ferreira Leite não é a líder do PSD. É como Marques Mendes, a gestora corrente, até que melhores dias cheguem.
A estratégia de Rio e dos seus pares é repito, inteligente. Mas revela falta de coragem política, o que é mau sinal para um candidato a Primeiro-Ministro.
Correndo ainda o perigo de ver Ferreira Leite chegar a Primeira-Ministra, o que seria irónico, no meio de tanta intriga palaciana.
6/16/2008
O EQUÍVOCO
Este artigo do Prof. Vital Moreira gerou uma série de comentários e artigos conexos.
Sem prejuízo da validade dos mesmos, faz-me muita, mesmo muita confusão o facto de várias pessoas não conseguirem entender aquele que é o núcleo essencial do PS e daí concluírem necessariamente que qualquer entendimento à esquerda é absolutamente impossível.
Apesar de no seu seio existirem alguns tiranetes, poderes comezinhos e de o dito aparelho precisar rapidamente de uma revisão geral para limpar o muito calcário que se foi acumulando, o Partido Socialista é um partido democrático, que acredita na democracia parlamentar.
Donde se conclui que qualquer entendimento com o Partido Comunista Português é impossível, que aliás com muito coerência defende o centralismo democrático.
Por outro lado, o Bloco de Esquerda, não sendo propriamente um partido comunista, não deixa de actuar baseado num pressuposto de superioridade moral que inviabiliza qualquer entendimento de boa-fé. Julgo mesmo que nenhum outro partido (talvez com excepção do PP) tem uma diferença tão acentuada entre o seu núcleo dirigente e as bases. Grande parte dos eleitores do Bloco não se identifica com a tentativa ridícula de take-over sobre os sindicatos da CGTP ou a colagem às reivindicações do funcionalismo público conservador, mas apenas com o ar pseudo-liberal de algumas propostas do Bloco e convenhamos, com a atitude de contra-poder. No dia em que as bases perceberem o que é o Thinking Tank (melhor dizendo o Sinking Tank) do Bloco, a debandada vai deixar o "partido" reduzido aos velhos trotskista e afins.
O facto de ser de esquerda não obriga o PS a olhar para a esquerda como o pastor que chama as ovelhas tresmalhadas ou como o pai embevecido pelas travessuras dos putos. O PS até pode olhar para a esquerda, mas para lá do risco que delimita a sua própria coerência, não vale a pena. De lá nem bons ventos e muito menos bons casamentos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)